Se alguém escapa da morte, ou se morre assassinado ou por doença, estas coisas não fazem parte da intervenção divina, isto está mais do que provado, é verdade também que quando quer, Deus interfere, quando dita a sua vontade imprescrutável.
Os planos de Deus podem estar mudando neste momento, ditado pelas contingências dos rumos tomados pela arbitrariedade humana, então uma nova releitura do apocalipse e das promessas e propostas para a humanidade podem e devem ser revistas, pois Deus não se prende aos contratos bilaterais com o ser humano, ambos têm livre arbítrio, um é a imagem e semelhança do outro.
Deus não está morto, nem apático, nem indiferente à humanidade. A parte mais complexa do evangelho presente no novo testamento diz respeito à uma das retificações concernentes à doutrina de Jesus e a sua promessa pós ressurreição de Cristo.
Poucos ou quase nenhum dos doutrinadores cristãos aceitam a fala de Jesus revelada a São Tomé que duvidara que Jesus tivesse vencido a morte, mas este teve mesmo assim o privilégio de assistir a última intervenção de Jesus desencarnado. Foi o último milagre de Cristo. Todo milagre feito após este encontro é pura manifestação do poder do homem de fé.
A era dos milagres terminou com a crucificação de Cristo. Os milagres depois disso são obras humanas em nome da fé em Jesus, adjudicadas pelo Espírito Santo de Deus aos ungidos.
Deus não obedece nem atende aos pedidos e nem às súplicas humanas. Deus faz ou deixa de fazer independentemente das nossas vontades. Nada podemos fazer para sermos abençoados. Quem viveu na era dos milagres do velho testamento teve a chance. Mas a maioria infelizmente desdenhou e ignorou os apóstolos e até mesmo a presença pessoal de Jesus.
Portanto, não há motivos para Deus desperdiçar as suas graças de novo, pois os humanos se recusam a crer e uma outra chance de milagres somente se dará no dia do juízo final. Portanto, as orações, preces, promessas e qualquer sacrifício para obter uma graça de Deus é totalmente ineficaz, pois Deus não mais interfere na humanidade desde que a missão de Jesus na Terra se encerrou na cruz.
Todo cristão deve ter em mente que nada pode modificar, influir, alterar ou mover a vontade de Deus.
Os planos de Deus podem estar mudando neste momento, ditado pelas contingências dos rumos tomados pela arbitrariedade humana, então uma nova releitura do apocalipse e das promessas e propostas para a humanidade podem e devem ser revistas, pois Deus não se prende aos contratos bilaterais com o ser humano, ambos têm livre arbítrio, um é a imagem e semelhança do outro.
Deus não está morto, nem apático, nem indiferente à humanidade. A parte mais complexa do evangelho presente no novo testamento diz respeito à uma das retificações concernentes à doutrina de Jesus e a sua promessa pós ressurreição de Cristo.
Poucos ou quase nenhum dos doutrinadores cristãos aceitam a fala de Jesus revelada a São Tomé que duvidara que Jesus tivesse vencido a morte, mas este teve mesmo assim o privilégio de assistir a última intervenção de Jesus desencarnado. Foi o último milagre de Cristo. Todo milagre feito após este encontro é pura manifestação do poder do homem de fé.
A era dos milagres terminou com a crucificação de Cristo. Os milagres depois disso são obras humanas em nome da fé em Jesus, adjudicadas pelo Espírito Santo de Deus aos ungidos.
Deus não obedece nem atende aos pedidos e nem às súplicas humanas. Deus faz ou deixa de fazer independentemente das nossas vontades. Nada podemos fazer para sermos abençoados. Quem viveu na era dos milagres do velho testamento teve a chance. Mas a maioria infelizmente desdenhou e ignorou os apóstolos e até mesmo a presença pessoal de Jesus.
Portanto, não há motivos para Deus desperdiçar as suas graças de novo, pois os humanos se recusam a crer e uma outra chance de milagres somente se dará no dia do juízo final. Portanto, as orações, preces, promessas e qualquer sacrifício para obter uma graça de Deus é totalmente ineficaz, pois Deus não mais interfere na humanidade desde que a missão de Jesus na Terra se encerrou na cruz.
Todo cristão deve ter em mente que nada pode modificar, influir, alterar ou mover a vontade de Deus.
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